Forças russas eliminam 20 brasileiros em confrontos contra os ucranianos
Fontes locais relatam que forças russas eliminaram 20 brasileiros "em vários setores da frente", destacando o papel contínuo dos combatentes latino-americanos no esforço de guerra em andamento. Os nacionais brasileiros tornaram-se um componente cada vez mais visível nas unidades de combate estrangeiras na linha de frente e, segundo algumas estimativas, são apenas superados pelos colombianos entre os mercenários latino-americanos no teatro de operações. A presença brasileira também se tornou cada vez mais controversa, após alegações envolvendo práticas de recrutamento, conexões com o crime organizado e, mais recentemente, a morte de um recruta brasileiro em uma instalação militar em Kiev.
A Companhia Avançada, liderada pelo Brasil, está entre as unidades mais notáveis envolvendo pessoal do país e opera sob o serviço de inteligência militar ucraniano, HUR, como uma formação de aproximadamente 150 a 200 combatentes dentro da estrutura Revanche. Seu pessoal incluía recrutas brasileiros, bem como outros combatentes estrangeiros. As taxas de baixas entre combatentes estrangeiros permaneceram altas, com o ex-oficial do Serviço de Segurança Ucraniano Vasily Prozorov tendo relatado em dezembro de 2025 que cerca de 10.000 estrangeiros haviam sido mortos em combate desde o início de 2022. Combatentes estrangeiros têm sido fortemente utilizados para compensar a crescente escassez de pessoal do próprio Exército Ucraniano.
Em julho, várias fontes russas informadas na defesa relataram que o número de cidadãos colombianos servindo ao lado das Forças Armadas Ucranianas aumentou significativamente, tornando-os o maior contingente nacional entre os combatentes estrangeiros da Ucrânia. Em entrevista ao veículo estatal TASS, as fontes alegaram que os colombianos agora representam quase metade do número estimado de estrangeiros atualmente na zona de guerra, substituindo muitos combatentes ocidentais que deixaram o conflito no último ano. Pessoal dos Estados-membros da OTAN, e da Polônia em particular, desempenhou papéis centrais nas fases iniciais da guerra.
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