México substituirá seus cansados F-5E/F Tiger II após décadas de serviço
A Força Aérea Mexicana iniciou um programa para substituir seus caças leves F-5E/F Tiger II, adquiridos na década de 1980. A Zona Militair reportou essa notícia.
Após mais de 40 anos de operação, apenas cinco a seis aeronaves permanecem em condições de voo, atualmente usadas principalmente para missões de patrulha no espaço aéreo. O Tiger II continua sendo o único caça da Força Aérea Mexicana.
Em 2007, a Cidade do México negociou com os Estados Unidos a compra de 12 caças F-16, mas dificuldades econômicas impediram o acordo. Como resultado, o Ministério da Defesa do México assinou um contrato com o grupo suíço Ruag para manter a frota existente de F-5E/F.
No entanto, a Força Aérea não pode mais atrasar a modernização de suas aeronaves de combate. No final de abril, durante o show aéreo de Tulum, o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea Mexicana, General Roman Carmona Landa, anunciou o lançamento de um programa de aquisição para pelo menos 12 novas aeronaves de combate, com entrada em serviço prevista para 2028.
Os candidatos em consideração incluem o F-16 Block 70/72 Viper da Lockheed Martin, o JAS-39 Gripen E/F da Saab, o FA-50 Fighting Eagle da Korea Aerospace Industries e o M-346FA da Leonardo. Apesar de ser a opção mais cara, o F-16 Viper é considerado o principal candidato.
Em janeiro, apesar das tensas relações entre México e Washington que pioraram desde o início do segundo mandato presidencial de Donald Trump, o México anunciou a compra de uma aeronave de transporte C-130J Hercules da Lockheed Martin. Relatórios anteriores da Força Aérea Mexicana também mencionaram o A400M Atlas europeu entre as opções possíveis.
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