435 navios contra menos 300: aumento da frota naval da China ameaça o domínio marítimo dos EUA até 2030
Pequim está acelerando o aumento da Marinha de Libertação Popular da China (PLAN) para 435 navios até 2030, enquanto a Marinha dos EUA corre o risco de reduzir para menos de 300 grandes navios de guerra.
A China agora caminha para ter 435 grandes navios de guerra até 2030, criando a maior mudança no poder marítimo desde que os Estados Unidos emergiram como a potência naval dominante do mundo após 1945. Se a taxa atual de construção permanecer inalterada, a China poderia operar cerca de 141 navios de guerra a mais do que a Marinha dos Estados Unidos até o final da década.
O desenvolvimento alterará fundamentalmente todos os planos militares relacionados a Taiwan, ao Mar do Sul da China, ao Mar da China Oriental e ao equilíbrio estratégico geral no Pacífico Ocidental. Avaliações de segurança americanas afirmam cada vez mais que a construção naval militar chinesa não está mais apenas reduzindo a tradicional lacuna de capacidade, mas criando um desequilíbrio numérico que Washington é difícil de reverter.
As projeções do Pentágono mostram que a Marinha Popular de Libertação da China já ultrapassou 370 grandes navios de guerra e pode ter aumentado para 395 navios no final de 2025. Até 2030, espera-se que esse número salte para 435 navios, enquanto a Marinha dos EUA provavelmente terá cerca de 294 grandes navios de guerra.
Analistas americanos seniores agora argumentam cada vez mais que a questão mais importante não é mais se a China possui a maior marinha do mundo, mas se Washington ainda é capaz de dissuadir Pequim.
Uma avaliação sênior do Congresso alerta que "a Marinha de Libertação Popular da China é a maior marinha do mundo", ao mesmo tempo em que afirma que a frota agora inclui porta-aviões, submarinos e navios anfíbios. A diferença está aumentando, já que a China controla quase 50% da capacidade mundial de construção naval, enquanto os Estados Unidos possuem apenas cerca de 0,13%.
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