Submarino da marinha dos EUA afunda fragata iraniana perto do Sri Lanka

 

A ação de um submarino da Marinha dos EUA disparando torpedos contra a fragata iraniana IRIS Dana, perto do Sri Lanka, desencadeou uma das escaladas militares marítimas mais significativas no Oceano Índico em décadas, com pelo menos 180 militares iranianos temendo que tenham sido mortos.

O ataque foi realizado durante uma campanha militar americana conhecida como Operação Fúria Épica, que visava paralisar as capacidades de poder marítimo do Irã, marcando assim o primeiro incidente desde a Segunda Guerra Mundial em que um submarino americano afundou um navio de guerra inimigo usando torpedos pesados.

As autoridades do Sri Lanka confirmaram que o incidente ocorreu em águas internacionais próximas à cidade portuária de Galle, no sul, onde o Ministério das Relações Exteriores confirmou o naufrágio da embarcação enquanto as operações de busca e resgate continuavam em meio a uma crise marítima crescente.

Essa batalha dramática chocou a comunidade global de analistas de defesa porque marcou o ressurgimento das operações de combate submarino contra navios de superfície na era da guerra moderna de mísseis, demonstrando assim o domínio militar dos submarinos americanos no Oceano Índico.

Imagens divulgadas pela marinha americana mostraram o exato momento em que o torpedo pesado atingiu um navio de guerra iraniano de cerca de 1.500 toneladas, desencadeando uma explosão subaquática que destruiu a estrutura do casco antes que a fragata afundasse rapidamente.

A marinha do Sri Lanka informou que cerca de 180 tripulantes iranianos acreditavam-se estarem a bordo do IRIS Dana quando o torpedo atingiu o alvo, embora os números iniciais de baixas ainda tenham sido inalterados enquanto as operações de resgate e a verificação da lista de tripulação estão em andamento.

Uma operação inicial de busca e resgate por um navio do Sri Lanka teria conseguido resgatar 32 militares da marinha iraniana, que depois foram enviados a um hospital em Galle para tratamento de emergência, enquanto mais de cem outros membros ainda estão desaparecidos.

A batalha naval ocorreu simultaneamente a outro ataque que, segundo relatos, pegou fogo na corveta IRIS da Marinha do IRGC, Shahid Sayyad Shirazi, sinalizando uma campanha ofensiva coordenada contra ativos navais iranianos na área marítima de operações.

O evento marca uma fase marítima mais agressiva na Operação Fúria Épica, que visa enfraquecer as capacidades navais do Irã e garantir a segurança das rotas comerciais globais que estão no centro da economia internacional.

Para a economia marítima da Ásia, o confronto ocorrido próximo ao Sri Lanka teve grandes implicações estratégicas, já que o Oceano Índico era uma importante artéria comercial que conectava o fornecimento de energia do Oriente Médio às economias manufatureiras asiáticas através do Estreito de Malaca.


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